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Agora tá explicado... Recentes pesquisas científicas comprovam que Colombo só descobriu a América porque era solteiro! Se casado, seria obrigado a ouvir certas coisas, e aí teria desistido da viagem...
- E por quê é você que tem de ir? Por quê não mandam outro? - Você não conhece nem a minha família e quer ir descobrir outro mundo? - E só vai homem nessa viagem? Acha que sou idiota? - E por quê eu não posso ir, se você é o chefe? - Você não sabe mais o que inventar pra sair de casa? - Até parece! Você no bem bom da viagem e eu aqui "ralando", ficando doida para pagar as contas! - Se cruzar esta porta, eu vou embora pra casa da minha mãe! - Quem é Pinta? E quem é essa tal de Nina? E essa Maria, filha da p., que ainda se diz Santa? - Tinha tudo planejado, né? - Já me disseram que você vai mesmo é se encontrar com umas índias! Pensa que me engana? - A rainha Isabel vai vender suas jóias para custear sua viagem? Acha que sou idiota ou o quê? - O que é que você tem com essa piranha velha, rainha de uma figa, que quer bancar a sua viagem? - Vagabunda, dando em cima de homem casado! - E vai viajar a serviço, com essa roupa cheia de rendado e esse chapéu ridículo com penacho? Me engana que eu gosto! - Cristóvão! Cristóvão! Eu estou avisando! Não me provoque! - E essa tal de América, é mais uma das suas "amigas"? - De onde você a conhece? O que é que ela faz? - Eu sou muito boba! Você sabe planejar direitinho! - Pode tirar o seu cavalinho da chuva. Você não vai a lugar nenhum! (autor desconhecido)
Escrito por oscarluciano1956 às 00h41
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http://youtu.be/xDQaaz7PUwk - 5: 37 - John Lennon - Mother (Mãe) legendado em português
Escrito por oscarluciano1956 às 00h16
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Há quase um século... FRASE DE 1920... Da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, chegou aos Estados Unidos em meados da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa: "Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada". A Any Rand lia o futuro? Parece que ela falou do Brasil de hoje... CONSTATAÇÃO DO GRANDE RUI BARBOSA Senado Federal, RJ, Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". Difícil é esconder a verdade.
Escrito por oscarluciano1956 às 20h25
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Riqueza semântica
Um político que estava em plena campanha chegou à uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou o seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
O candidato responde
- Pois veja, meu senhor, a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé. E, com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à puta que o pariu! (autor desconhecido)
Escrito por oscarluciano1956 às 17h36
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"O Grande Paranóico" (1936) Salvador Dali
Escrito por oscarluciano1956 às 11h08
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http://youtu.be/-RKohXC1vrI - 4:10 - Memory (Andre Rieu) - Suzan Erens
Escrito por oscarluciano1956 às 00h07
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 Vênus e Adônis - Rubens
Escrito por oscarluciano1956 às 17h20
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Ganhei coragem Rubem Alves - colunista da Folha de São Paulo Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece", observou Nietzsche. É o meu caso. Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo.
Alberto Camus, leitor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora em que a coragem chega: "Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos". Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem.
Vou dizer aquilo sobre o que me calei:
"O povo unido jamais será vencido", é disso que eu tenho medo.
Em tempos passados, invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o "povo" tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo. Não sei se foi bom negócio; o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de TV que o povo prefere.
A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia, o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse na montanha para que o povo, na planície, se integrasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas, Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os Dez Mandamentos.
E a história do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras ideias. Amava a prostituição. Pulava de amante e amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou. Passado muito tempo, Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos. E o que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: "Agora você será minha para sempre.". Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta, mas sabia que ela não era confiável. O povo preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhe contavam mentiras. As mentiras são doces; a verdade é amarga.
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos, o circo eram os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.
Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro "O Homem Moral e a Sociedade Imoral" observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se "responsáveis" por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói a democracia. Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado. O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. Quem decide as eleições e a democracia são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras.
O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham.
Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. Jesus foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás. Durante a revolução cultural, na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer.
O povo, unido, jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos. Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio; não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol. Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e a engolir sapos e a brincar de "boca-de-forno", à semelhança do que aconteceu na China. De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça, é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: "Caminhando e cantando e seguindo a canção". Isso é tarefa para os artistas e educadores.
O povo que amo não é uma realidade, é uma esperança.
Escrito por oscarluciano1956 às 10h45
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O cinema mostra-nos um mundo que cabe em nossos desejos. André Bazin
Escrito por oscarluciano1956 às 15h00
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Nada vi, mas agora sei. Embevecido por você, saltei e nada encontrei. És uma piscina vazia, me quebrei. Oscar Bettio
Escrito por oscarluciano1956 às 02h23
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http://youtu.be/YnhuVKb1qWU – 2:35 - Xingu Algumas pessoas parecem predestinadas a uma experiência de vida fascinante. Os irmãos Villas-Bôas, sem sombra de dúvida, fazem parte deste seleto grupo. Largando o conforto da cidade grande para viver no meio do mato e em companhia dos índios, suas conquistas são muitas, sendo impossível fazer pouco da criação do Parque Nacional do Xingu (1961), a mais significativa e emblemática de todas. Inspirado na história real desses sertanistas, Xingu foi dirigido por Cao Hamburger, a convite de Fernando Meirelles, que produziu o longa e recebeu o projeto das mãos do filho de Orlando Villas-Bôas.
Misturando doses sutis de drama, suspense, aventura e ação, a trama mostra desde os primeiros passos - mata adentro - dos três irmãos, Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo (Caio Blat), até a criação do parque propriamente dita, revelando os efeitos paralelos que essa convivência com os nativos causou nas relações entre as três partes: brancos, índios e os Villas-Bôas. Com a maioria das cenas rodadas no Tocantins, é difícil não ser capturado pelas belas imagens, aliadas da fotografia e a trilha de dois parceiros de outros "carnavais" do diretor: Adriano Goldman e Beto Villares, respectivamente. Roberto Cunha
Escrito por oscarluciano1956 às 22h46
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"Na cama" - Toulouse-Lautrec, francês, 1864/1901
Escrito por oscarluciano1956 às 23h59
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http://youtu.be/MLrC7e3vSv8 - 4:39 - "Africa" - Mike Masse e Jeff Hall
Escrito por oscarluciano1956 às 19h47
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http://www.youtube.com/embed/2ireN70Y1F0 – 10:46 - O troco
Escrito por oscarluciano1956 às 00h38
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http://youtu.be/gDDfVm80l5s – 10:59 - Diana Krall no Jô (parte 1)
http://youtu.be/lRQ6ov3va0U – 8:19 - Diana Krall no Jô (parte 2)
Escrito por oscarluciano1956 às 01h15
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