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http://youtu.be/rcw4VVzA554 - 3:38 - Duet - I've got you under my skin - Sinatra & Bono http://youtu.be/oXadYA18w-M - 3:08 - Duets II - Fly me to the moon - Frank Sinatra & Antonio Carlos Jobim http://youtu.be/K1bVpbu8bXQ - 6:29 - Frank Sinatra & Antonio Carlos Jobim (1967)
Escrito por oscarluciano1956 às 02h19
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http://youtu.be/Oxxq2QF-9qs - 6:51 - "Reverência ao Destino", Drummond - música, Laura Pausini
Escrito por oscarluciano1956 às 11h51
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http://youtu.be/verCNFVITLA - 2:11 Crônica de um Amor Louco (Storie di Ordinary Follie/Tales of Ordinary Madness) Baseado numa obra de Charles Bukowisk Dir.: Marco Ferreri, com Ben Gazzarra, Ornella Muti Serking é um poeta alcoólatra e rebelde que vaga pelo submundo de Los Angeles. Seus textos estão repletos de sexo e degradação. Um dia, ele conhece uma prostituta linda e autodestrutiva chamada Cass, e os dois iniciam um romance de proporções trágicas. Estas palavras me mantêm afastado da loucura total. (Charles Bukowski)
Escrito por oscarluciano1956 às 00h28
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http://youtu.be/iw8tchytc4U - 13:45 - Ennio Morricone
Escrito por oscarluciano1956 às 21h13
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Omaggio a Federico e Giulietta: em 1997, concerto de Caetano em Rimini, Itália. "Eu estava em Nova Iorque mixando Circuladô quando recebi a carta de Maddalena Fellini me sugerindo, em nome da Fondazione Fellini, que eu fizesse uma apresentação em Rimini em homenagem a Federico e Giulietta. A irmã de Federico me contava que Giulietta chegara a conhecer a canção que eu escrevera sobre ela e que ficara tocada. Maddalena deplorava (quase tanto que eu) que o casal tivesse morrido sem que um encontro pessoal nos tivesse sido concedido pelo acaso, o destino, Deus, os deuses. Ela tinha lido minhas declarações à imprensa italiana de amor à poesia do cinema de Masina/Fellini. Amor que se destacava como algo especial dentro da minha admiração pelo cinema italiano dos anos 40, 50 e 60. O fato disso encontrar resposta no misterioso amor de alguns italianos famosos e anônimos pela minha música, levou-a considerar a oportunidade de um tal concerto. A carta me arrebatou." Caetano Veloso http://youtu.be/59ZSqBd7sLY - 3:52 - Giulietta Masina (Caetano Veloso) http://youtu.be/u2Ynt8w7ppA – 3:37 - Gelsomina (M.Galdieri/Nino Rota) http://youtu.be/6nzyDP1P9qQ – 5:35 - Luna Rossa (V. De Crescenzo/A. Vian)
Escrito por oscarluciano1956 às 21h13
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http://youtu.be/-YB_PykCzHY - 5:00 - Just like a woman Bob Dylan
Escrito por oscarluciano1956 às 01h44
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Giuseppe Ghiaroni A Máquina de Escrever Mãe, se eu morrer de um repentino mal, vende meus bens a bem dos meus credores: a fantasia de festivas cores que usei no derradeiro Carnaval.Vende ese rádio que ganhei de prêmio por um concurso num jornal do povo, e aquele terno novo, ou quase novo, com poucas manchas de café boêmio. Vende também meus óculos antigos que me davam uns ares inocentes. Já não precisarei de duas lentes para enxergar os corações amigos. Vende , além das gravatas, do chapéu, meus sapatos rangentes. Sem ruído é mais provável que eu alcance o Céu e logre penetrar despercebido. Vende meu dente de ouro. O Paraíso requer apenas a expressão do olhar. Já não precisarei do meu sorriso para um outro sorriso me enganar. Vende meus olhos a um brechó qualquer que os guarde numa loja poeirenta, reluzindo na sombra pardacenta, refletindo um semblante de mulher. Vende tudo, ao findar a minha sorte, libertando minha alma pensativa para ninguém chorar a minha morte sem realmente desejar que eu viva. Pode vender meu próprio leito e roupa para pagar àqueles a quem devo. Sim, vende tudo, minha mãe, mas poupa esta caduca máquina em que escrevo. Mas poupa a minha amiga de horas mortas, de teclas bambas,tique-taque incerto. De ano em ano, manda-a ao conserto e unta de azeite as suas peças tortas. Vende todas as grandes pequenezas que eram meu humílimo tesouro, mas não! ainda que ofereçam ouro, não venda o meu filtro de tristezas! Quanta vez esta máquina afugenta meus fantasmas da dúvida e do mal, ela que é minha rude ferramenta, o meu doce instrumento musical. Bate rangendo, numa espécie de asma, mas cada vez que bate é um grão de trigo. Quando eu morrer, quem a levar consigo há de levar consigo o meu fantasma. Pois será para ela uma tortura sentir nas bambas eclas solitárias um bando de dez unhas usurárias a datilografar uma fatura. Deixa-a morrer também quando eu morrer; deixa-a calar numa quietude extrema, à espera do meu último poema que as palavras não dão para fazer. Conserva-a, minha mãe, no velho lar, conservando os meus íntimos instantes, e, nas noites de lua, não te espantes quando as teclas baterem devagar. |
Escrito por oscarluciano1956 às 21h00
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Há coisas que não controlamos: nós saboreamos a vida, mas, junto, o seu veneno. Oscar Bettio
Escrito por oscarluciano1956 às 19h41
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A praia Chegou o verão e com ele também chegam os pedágios, os congestionamentos na estrada, os bichos geográficos no pé e a empregada cobrando hora-extra. Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose. Verão é picolé de Ki-suco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca. Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis. Mas o principal, o ponto alto do verão é...a praia!! Ah, como é bela a praia! Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção. Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias. Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas. O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estao chegando. Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias. Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia. E as crianças? Ah, que gracinha! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem. As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo. Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar um poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé. Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar!Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva. Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa. A gente abre esteira velha, com cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros puxa um ronco bacaninha. Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor. Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora. Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde o creme de barbear até desinfetante de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa de praia oferece. Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas. O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical... Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência. Luis Fernando Veríssimo
Escrito por oscarluciano1956 às 19h50
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http://youtu.be/9M3ArjDkPvA - 1:49 (La Tête en Friche) dir.: Jean Becker
Quando criança, Germain (Gerard Depardieu) foi chamado de burro na escola. Contudo, quando Margueritte (Gisèle Casadeus) faz com que as páginas de um livro se abram para Germain, ele se reencontra com o universo das letras.
Escrito por oscarluciano1956 às 01h22
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Indicado para o Oscar em 1996, o filme O Quatrilho, de Fábio Barreto, conta a saga de dois casais vivendo em uma comunidade rural de imigrantes italianos no começo do século 20. Muito amigos, eles juntam economias e decidem morar na mesma casa. Mas a convivência faz com a que a esposa (Patricia Pillar) de um se apaixone pelo marido (Bruno Campos) da outra (Glória Pires). Após algum tempo, os dois amantes decidem fugir e recomeçar a vida - e o casal que ficou na casa começa a formar uma nova família.
Escrito por oscarluciano1956 às 11h31
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http://youtu.be/ODKK6xcKuyw - 7:45 - Vou-me embora pro passado - Jessier Quirino
Escrito por oscarluciano1956 às 01h07
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Quino, uma das melhores críticas, com humor, sobre a criação de filhos (e educação) nos tempos atuais:
Escrito por oscarluciano1956 às 10h40
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A Whiter Shade of Pale http://youtu.be/8_aASQOjej0 - 6:48 - Procol Harum
http://youtu.be/CeqO3FNU7lk – 3:15 - Sarah Brightman
Escrito por oscarluciano1956 às 21h39
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http://youtu.be/Mru54k4cgg4 - 1:33 - O Retrato de Dorian Gray, baseado no livro do irlandês Oscar Wilde, filme dirigido por Oliver Parker, com Colin Firth, Ben Barnes. Dorian (Ben Barnes) é um belo jovem privilegiado que deseja que sua imagem em uma pintura envelheça em seu lugar. O que ele considerava uma vantagem, torna-se uma maldição e, quanto mais velho e corrupto Dorian fica, o retrato guardado no porão se torna um monstro.
Escrito por oscarluciano1956 às 21h10
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